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Entenda a Febre do Oropouche e como evitá-la
Entenda a Febre do Oropouche e como evitá-la

 

 

Casos dessa doença estão aparecendo em várias partes do país. Isso mostra que entender a doença e como evitar é muito importante.

Vamos te contar tudo sobre a febre do oropouche. Vamos te dar dicas para evitar que ela te pegue.

Pontos-chave

O que é a Febre do Oropouche

Febre do Oropouche é causada pelo vírus Oropouche. É um grande problema para a saúde no Brasil. É transmitida por mosquitos

infectados.

Definição e classificação viral

vírus Oropouche pertence à família Peribunyaviridae e ao gênero Orthobunyavirus. Saber disso ajuda a entender sua relação com

outras doenças.

Família viral e características

A família Peribunyaviridae inclui vírus transmitidos por artrópodes. O vírus Oropouche tem características semelhantes aos outros da

família.

Relação com outras arboviroses

Febre do Oropouche se assemelha à Dengue e Zika. Mas cada doença tem suas diferenças importantes para o diagnóstico febre 

do oropouche.

Histórico da doença

A Febre do Oropouche foi descoberta na década de 1950. Desde então, houve surtos em várias regiões.

Primeiras identificações

A primeira vez que se viu o vírus Oropouche foi em Trinidad e Tobago. Depois, outros países da América Latina também tiveram

casos.

Evolução ao longo do tempo

Com o tempo, a Febre do Oropouche se espalhou por várias áreas. Houve surtos grandes no Brasil e em outros países da América

Latina.

Origem e distribuição geográfica da doença

A Febre do Oropouche começou em Trinidad e Tobago. Desde lá, ela se espalhou por várias regiões. Isso é um grande desafio para

a saúde pública.

Primeiros casos identificados

A doença foi encontrada pela primeira vez em Trinidad e Tobago nos anos 50. Essa descoberta foi o começo de uma jornada para

entender a doença.

Descoberta em Trinidad e Tobago

Em Trinidad e Tobago, os primeiros casos foram identificados. Isso mostrou a presença de um vírus desconhecido. Essa descoberta

foi muito importante para entender a doença.

Chegada ao Brasil

A doença chegou ao Brasil. Aqui, ela encontrou um ambiente ideal para se espalhar. A chegada da Febre do Oropouche no Brasil foi

um novo desafio para os profissionais de saúde.

Distribuição atual no Brasil e América Latina

Hoje, a Febre do Oropouche está em várias partes do Brasil e da América Latina. Sua expansão é influenciada pelo clima e pelos vetores.

Regiões endêmicas

Certas áreas são endêmicas para a Febre do Oropouche. Isso significa que o vírus está sempre lá. Essas áreas precisam de atenção

especial dos serviços de saúde.

Expansão territorial recente

Recentemente, a Febre do Oropouche se espalhou para novas áreas. Isso mostra a importância de uma vigilância epidemiológica

constante.

Entender a distribuição da Febre do Oropouche é essencial para controlar a doença. A colaboração entre países da América Latina é

crucial para combater essa doença.

Como ocorre a transmissão da Febre do Oropouche

A Febre do Oropouche é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis. Esse mosquito é pequeno e se chama ‘maruim’ ou ‘mosquito-pólvora’. Ele é o principal responsável pela transmissão do vírus Oropouche.

Vetores principais: o mosquito Culicoides paraensis

O mosquito Culicoides paraensis se alimenta de sangue. Isso ajuda muito na transmissão do vírus entre os hospedeiros.

Características do “maruim” ou “mosquito-pólvora”

Culicoides paraensis é muito pequeno, com 1 a 3 mm de comprimento. Sua picada dói e pode causar reações locais. Eles voam em

enxames, aumentando as chances de picar várias vezes a mesma pessoa.

Hábitats e comportamento

Esses mosquitos vivem em áreas rurais e próximas às cidades. Eles se reproduzem em lugares com matéria orgânica em decomposição.

São mais ativos no crepúsculo e ao amanhecer.

Ciclo de transmissão

O ciclo de transmissão da Febre do Oropouche envolve animais silvestres e o mosquito vetor.

Hospedeiros silvestres

Animais como preguiças e macacos são essenciais no ciclo de transmissão. O vírus circula entre eles e os mosquitos vetores.

Transmissão para humanos

A transmissão para humanos acontece quando o mosquito Culicoides paraensis infectado pica alguém. O vírus é transmitido pela

saliva do mosquito durante a picada.

Outros possíveis vetores

Além do Culicoides paraensis, outros insetos podem transmitir o vírus Oropouche.

Papel de outros insetos na transmissão

Estudos indicam que outros mosquitos e insetos podem ter um papel secundário na transmissão. Mas ainda não se sabe muito

sobre isso.

Sintomas da Febre do Oropouche

A Febre do Oropouche é uma doença viral. Ela pode causar desde sintomas leves até graves. Vamos ver os primeiros sintomas,

como a doença se desenvolve e as possíveis complicações.

Sintomas Iniciais

Período de Incubação

O vírus da Febre do Oropouche leva de 3 a 8 dias para aparecer. Nesse tempo, o vírus se multiplica no corpo antes de causar os

primeiros sintomas.

Primeiros Sinais da Doença

Os primeiros sinais incluem febre alta, dor de cabeça, dor muscular e articular. Esses sintomas podem ser confundidos com outras

doenças virais.

Progressão da Doença

Sintomas Comuns

Com o avanço da doença, os sintomas comuns são dor nas costas, náusea, vômito e diarreia. Alguns também têm erupções na pele.

Duração Típica dos Sintomas

A doença geralmente dura de uma a duas semanas. Mas a fadiga pode durar semanas após a recuperação.

Sintomas Graves e Complicações

Manifestações Neurológicas

Em casos graves, a doença pode causar problemas neurológicos. Isso inclui meningite e encefalite. Essas complicações são raras,

mas sérias.

Casos Atípicos e Sequelas

Alguns pacientes têm casos atípicos da doença. Eles podem ter sintomas que duram muito tempo ou se manifestam de forma

diferente. As sequelas podem incluir problemas neurológicos de longo prazo.

SintomasFrequênciaDuração
Febre AltaComum3-5 dias
Dor de CabeçaMuito Comum5-7 dias
Dor Muscular e ArticularComum5-10 dias
Náusea e VômitoMenos Comum3-5 dias

Processo da Febre do Oropouche no organismo

A Febre do Oropouche afeta o corpo de várias maneiras. Ela começa com a infecção e acaba com a recuperação. Entender essas

etapas ajuda a saber como o corpo lida com o vírus.

Fases da infecção

A infecção por Febre do Oropouche tem várias etapas. Primeiro, o vírus entra nas células do corpo.

Fase aguda

Na fase aguda, os sintomas são fortes. O vírus se multiplica rápido, causando dor e febre.

Fase de recuperação

Na recuperação, o corpo luta contra o vírus. Os sintomas diminuem e o paciente começa a se recuperar.

Resposta imunológica

A resposta imunológica é essencial contra a Febre do Oropouche. O sistema imunológico tenta destruir o vírus.

Como o corpo combate o vírus

O corpo produz anticorpos para combater o vírus. Esses anticorpos são importantes para parar o vírus.

Imunidade após a infecção

Depois da infecção, o corpo fica imune ao vírus. Isso significa que a pessoa não vai pegar a doença novamente.

Diagnóstico da Febre do Oropouche

Para saber se alguém tem Febre do Oropouche, os médicos usam vários métodos. Eles fazem exames e avaliam o paciente. Isso ajuda

a saber se é mesmo a doença e como tratar.

Exames laboratoriais

Os exames são muito importantes para saber se alguém tem a Febre do Oropouche. Eles incluem:

Testes sorológicos

Esses testes verificam se o corpo tem anticorpos contra o vírus. Assim, confirmam a infecção.

PCR e outros métodos moleculares

A PCR detecta o RNA do vírus diretamente. É muito útil para diagnosticar cedo.

Diagnóstico diferencial

É essencial saber a diferença entre a Febre do Oropouche e outras doenças. Isso ajuda a tratar corretamente.

Distinção de outras arboviroses

As doenças têm sintomas semelhantes. Por isso, é importante seguir protocolos rigorosos para diagnosticar bem.

Protocolos clínicos

Os protocolos ajudam os médicos a diagnosticar de forma sistemática. Eles consideram os sintomas e a história do paciente.

Desafios no diagnóstico

Apesar dos avanços, ainda há desafios no diagnóstico.

Limitações dos testes disponíveis

Alguns testes podem não ser muito precisos. Isso pode causar erros.

Acesso ao diagnóstico no Brasil

Em algumas partes do Brasil, é difícil ter acesso a testes confiáveis. Isso é um grande desafio.

Em resumo, diagnosticar a Febre do Oropouche exige exames e avaliação cuidadosa. Também é importante entender os desafios

que existem.

Tratamento e cuidados médicos

A Febre do Oropouche não tem cura específica. Mas, cuidados médicos são essenciais para gerenciar os sintomas. Eles ajudam a

prevenir complicações.

Tratamento sintomático

O tratamento sintomático é a principal abordagem. Isso inclui usar medicamentos para aliviar a dor e a febre. Também é importante

garantir o conforto do paciente.

Medicamentos recomendados

Para o tratamento sintomático, analgésicos e antipiréticos são recomendados. O paracetamol é um exemplo. É importante seguir as

orientações médicas para evitar problemas.

Medicamentos contraindicados

É crucial evitar certos medicamentos. Por exemplo, aspirina e outros AINEs devem ser evitados. Isso porque podem causar hemorragia,

especialmente em pacientes com dengue.

Quando procurar atendimento médico

Saber quando procurar atendimento médico é fundamental. Isso evita complicações. Sinais de alerta incluem dor intensa, febre alta

e sinais de desidratação.

Sinais de alerta

Os sinais de alerta para procurar atendimento médico imediatamente são:

Urgências e emergências

Em casos de emergência, como dificuldade respiratória, dor no peito, ou sinais de choque, é crucial procurar atendimento médico

imediato.

Cuidados durante a recuperação

Durante a recuperação, é importante manter o paciente hidratado e confortável. O monitoramento dos sintomas é crucial para

identificar qualquer complicação precocemente.

Hidratação e repouso

A hidratação é fundamental para ajudar o corpo a se recuperar. O repouso adequado também é essencial para permitir que o

organismo se recupere da infecção.

Monitoramento de sintomas persistentes

O monitoramento dos sintomas é crucial para identificar qualquer complicação precocemente. Se os sintomas persistirem ou

piorarem, é importante procurar atendimento médico.

CuidadosDescriçãoImportância
HidrataçãoManter o paciente hidratado com líquidos adequadosAlta
RepousoGarantir que o paciente tenha repouso adequadoAlta
MonitoramentoMonitorar os sintomas para identificar complicaçõesAlta

Grupos de risco para a Febre do Oropouche

É muito importante saber quem pode se contaminar mais pela Febre do Oropouche. Isso ajuda a tomar medidas para prevenir

e controlar a doença. Alguns grupos têm mais risco devido a fatores de saúde e do ambiente.

Fatores que aumentam a vulnerabilidade

Muitos fatores podem tornar alguém mais vulnerável à Febre do Oropouche.

Condições preexistentes

Quem já tem doenças crônicas ou sistemas imunológicos fracos pode ficar muito doente.

Fatores ambientais e ocupacionais

Quem trabalha em lugares onde a doença é comum ou vive em condições que ajudam o mosquito a se espalhar também corre

mais risco.

Cuidados especiais para grupos vulneráveis

Grupos como gestantes, idosos e crianças precisam de cuidados especiais.

Gestantes

É essencial monitorar bem as gestantes. Elas podem ter complicações tanto para elas quanto para o bebê.

Idosos e crianças

Idosos e crianças podem ficar muito doentes. Eles devem ir ao médico logo se apresentarem sintomas.

Grupo de RiscoFatores de VulnerabilidadeCuidados Especiais
GestantesCondições preexistentes, alterações imunológicasMonitoramento pré-natal rigoroso
IdososComorbidades, resposta imunológica reduzidaAcompanhamento médico regular
CriançasSistema imunológico imaturoObservação atenta para sintomas

Métodos de prevenção contra a Febre do Oropouche

Para combater a Febre do Oropouche, é essencial usar métodos de prevenção. Isso envolve esforços individuais, controle de

vetores e ações da comunidade.

Proteção individual

Proteger-se é o primeiro passo contra a Febre do Oropouche. Isso significa usar repelentes e roupas certas.

Uso de repelentes

Repelentes são muito eficazes contra insetos que transmitem a doença. Use repelentes com DEET, picaridina ou óleo de eucalipto

de limão.

Vestimentas adequadas

Usar roupas que cubram o corpo ajuda a evitar picadas. Roupas tratadas com repelentes também oferecem proteção extra.

Controle de vetores

Controle de vetores é crucial para diminuir a transmissão da doença. Isso inclui eliminar criadouros e usar métodos biológicos.

Eliminação de criadouros

Remover locais de reprodução de mosquitos é essencial. Isso significa tirar água parada e limpar áreas onde mosquitos se criam.

Métodos de controle biológico

Controle biológico usa predadores naturais contra vetores. Por exemplo, colocar peixes que comem larvas de mosquitos em água.

Medidas comunitárias

As ações da comunidade são muito importantes para prevenir a Febre do Oropouche. Isso inclui campanhas e o trabalho das

autoridades sanitárias.

Ações coletivas

Campanhas e mutirões de limpeza podem unir a comunidade. Eles ajudam a prevenir a doença.

Papel das autoridades sanitárias

As autoridades sanitárias têm um papel crucial. Elas implementam políticas, fazem campanhas e monitoram a doença.

Método de PrevençãoDescriçãoEficácia
Uso de RepelentesRepelentes químicos ou naturaisAlta
Vestimentas AdequadasRoupas que cobrem a peleMédia
Eliminação de CriadourosRemoção de água paradaAlta
Controle BiológicoUso de predadores naturaisMédia

Em resumo, prevenir a Febre do Oropouche exige várias ações. Proteção individual, controle de vetores e ações da comunidade

são essenciais. Com essas estratégias, podemos diminuir muito o risco da doença.

Diferenças entre Febre do Oropouche e outras arboviroses

É importante saber as diferenças entre a Febre do Oropouche e outras doenças. Isso ajuda a fazer um diagnóstico correto.

A Febre do Oropouche tem características únicas que precisam ser reconhecidas.

Comparação com Dengue

A Dengue é muito conhecida. Ela é comparada à Febre do Oropouche por causa de sintomas semelhantes. Esses sintomas incluem

febre alta e dor muscular.

Sintomas distintivos

A Febre do Oropouche causa dor de cabeça e dor nas articulações. A Dengue, por sua vez, causa dor atrás dos olhos e um rash.

Diferenças na transmissão

A Febre do Oropouche é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis. A Dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Essa

diferença é importante para controlar as doenças.

Comparação com Zika e Chikungunya

Zika e Chikungunya são transmitidas pelo mesmo mosquito da Dengue. Eles têm sintomas que podem ser confundidos com a Febre

do Oropouche.

Manifestações clínicas específicas

Zika pode causar microcefalia em fetos. Chikungunya causa dor articular intensa. A Febre do Oropouche não causa essas complicações.

Complicações particulares

Zika pode causar problemas neurológicos. Chikungunya causa dor articular crônica. A Febre do Oropouche não causa essas

complicações.

Importância do diagnóstico correto

Um diagnóstico correto é essencial. Isso garante o tratamento certo para cada doença.

Impacto no tratamento

Tratar cada doença de forma adequada é crucial. Um diagnóstico errado pode levar a um tratamento errado.

Notificação epidemiológica

Notificar as doenças corretamente é importante. Isso ajuda na vigilância epidemiológica e no controle das doenças.

DoençaVetorSintomas PrincipaisComplicações
Febre do OropoucheCulicoides paraensisFebre, dor de cabeça, dor muscularMenigite asséptica
DengueAedes aegyptiFebre alta, dor retro-orbitária, rashHemorrhagia
ZikaAedes aegyptiFebre, rash, conjuntiviteMicrocefalia em fetos
ChikungunyaAedes aegyptiFebre, dor articular intensaDor articular crônica

 

 

Situação epidemiológica atual no Brasil

A Febre do Oropouche está se espalhando pelo Brasil. Muitos fatores ajudam nesse processo. É essencial olhar os dados recentes

para entender a situação.

Dados recentes de casos

Os casos de Febre do Oropouche estão aumentando. Estatísticas oficiais mostram um crescimento grande nos números.

Estatísticas oficiais

Os dados oficiais mostram um aumento de X% nos casos. Isso é comparado ao mesmo período do ano passado.

Subnotificação

Muitos casos podem não ser notificados. Isso pode ser um problema.

Regiões mais afetadas

Algumas regiões do Brasil estão mais afetadas. Mapeamento de surtos ajuda a encontrar essas áreas.

Mapeamento de surtos

O mapeamento mostra que o Norte e o Nordeste têm mais casos.

Fatores de risco regionais

Clima, densidade populacional e vetores são fatores de risco. Eles ajudam a entender por que essas regiões são mais afetadas.

Tendências e projeções

É importante analisar as tendências e fazer previsões. Isso ajuda a planejar estratégias de controle.

Sazonalidade

A sazonalidade influencia a propagação da doença. Há picos em certas épocas do ano.

Previsões epidemiológicas

Modelos epidemiológicos indicam que a doença pode se espalhar mais. Isso se medidas preventivas não forem tomadas.

Políticas públicas e ações governamentais

A Febre do Oropouche fez o governo reagir. Políticas públicas são essenciais para combater essa doença.

Programas de controle

Programas de controle ajudam a diminuir a Febre do Oropouche. O Ministério da Saúde está trabalhando duro para controlar a

doença.

Estratégias do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde criou várias estratégias. Elas incluem a vigilância epidemiológica e o controle de vetores.

Ações estaduais e municipais

Estados e municípios também estão fazendo o seu trabalho. Eles têm medidas específicas para combater a Febre do Oropouche.

Campanhas de conscientização

Campanhas de conscientização são muito importantes. Elas informam a população sobre os riscos e como se proteger.

Materiais educativos

Materiais educativos são distribuídos para todos. Eles dão informações sobre como prevenir a doença.

Mobilização social

A mobilização social é essencial. Ela envolve a comunidade nas ações de prevenção e controle.

Nível de GovernoAções
FederalCoordenação nacional, vigilância epidemiológica
EstadualImplementação de programas de controle, capacitação de profissionais
MunicipalAções de prevenção, controle de vetores

Impactos socioeconômicos da Febre do Oropouche

A Febre do Oropouche afeta muito a saúde das pessoas. Ela também causa problemas para a economia e a sociedade.

Custos para o sistema de saúde

A doença pesa muito no sistema de saúde. Os custos para diagnosticar e tratar são altos.

Gastos com diagnóstico e tratamento

Os gastos com exames e consultas médicas são altos. Medicamentos e hospitalização também aumentam os custos.

Impacto na rede hospitalar

A doença faz a rede hospitalar ficar cheia. Isso acontece principalmente em surtos.

Impactos na produtividade

A Febre do Oropouche também diminui a produtividade. Pessoas ficam sem trabalhar e a produção cai.

Absenteísmo laboral

Quem está doente não pode ir ao trabalho. Isso faz com que muitos fiquem sem trabalhar.

Efeitos na economia local

A doença também afeta o turismo e outras atividades locais. Isso piora os problemas econômicos.

Pesquisas e avanços científicos

Os avanços científicos são muito importantes para combater a Febre do Oropouche. Muitos estudos estão sendo feitos para

entender melhor a doença.

Estudos em andamento

Pesquisadores estão estudando a Febre do Oropouche de perto. Eles querem saber suas causas, sintomas e como ela se espalha.

Esses estudos são essenciais para criar soluções eficazes.

Pesquisas brasileiras

No Brasil, muitas instituições estão fazendo pesquisas importantes. Elas estão focadas em áreas onde a doença é mais comum.

Essas pesquisas ajudam a entender melhor a doença no país.

Colaborações internacionais

É muito importante trabalhar juntos com outros países. Projetos conjuntos ajudam a compartilhar informações e recursos. Isso ajuda

a encontrar soluções mais rápido.

Perspectivas para vacinas

Buscar vacinas para a Febre do Oropouche é uma prioridade. Os progressos são promissores, mas ainda há desafios.

Estado atual do desenvolvimento

Hoje, muitas vacinas estão sendo desenvolvidas. A pesquisa busca identificar antígenos eficazes. Também estão testando a

segurança e eficácia das vacinas.

Desafios técnicos

Apesar dos avanços, há desafios técnicos grandes. A complexidade do vírus e a necessidade de estudos clínicos são alguns deles.

Superar esses desafios é crucial para o sucesso das vacinas.

Mitos e verdades sobre a Febre do Oropouche

A Febre do Oropouche é cheia de mitos. É essencial entender esses mitos para saber mais sobre a doença e como nos proteger.

Desinformação comum

Muitos mitos circulam sobre a Febre do Oropouche. Incluem falsas curas e tratamentos, além de boatos sobre como ela se espalha.

Falsas curas e tratamentos

Pessoas acreditam em remédios caseiros para a Febre do Oropouche. Mas, é muito importante buscar ajuda médica para um

tratamento correto.

Rumores sobre transmissão

Alguns mitos falam sobre como a doença se espalha. O mosquito Culicoides paraensis é o principal transmissor. Mas, é crucial saber

que a transmissão acontece principalmente pela picada do mosquito.

Fatos científicos comprovados

A ciência já descobriu muitas coisas sobre a Febre do Oropouche. Aqui estão alguns fatos importantes:

Evidências atuais

Estudos recentes continuam a esclarecer a epidemiologia da doença. Eles também melhoram as estratégias de controle.

Informações validadas

É muito importante basear nossas ações em informações confiáveis. Devemos usar dados de órgãos de saúde pública e estudos

científicos.

 

 

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Conclusão

Exploramos a Febre do Oropouche, uma doença viral. Ela é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis. Discutimos sua definição,

sintomas, transmissão e prevenção.

É muito importante tomar medidas preventivas. Isso porque a doença está aumentando no Brasil e em outras partes da América Latina.

Destacamos a importância de um diagnóstico preciso. Também falamos sobre tratamentos sintomáticos adequados. E enfatizamos a

necessidade de políticas públicas para controlar a doença.

A conscientização da população é essencial. Ela ajuda a reduzir a incidência da Febre do Oropouche.

Para prevenir e controlar a Febre do Oropouche, precisamos de uma abordagem completa. Isso inclui ações individuais e esforços

coletivos. Trabalhando juntos, podemos diminuir os efeitos dessa doença. E melhorar a saúde pública em nossas comunidades.

FAQ

O que é a Febre do Oropouche?

É uma doença viral. Ela é transmitida por mosquitos. O vírus responsável é o Oropouche.

Quais são os sintomas da Febre do Oropouche?

Você pode sentir febre e dor de cabeça. Também pode ter dor muscular e articular. Os sintomas podem ser leves ou graves.

Como é transmitida a Febre do Oropouche?

A doença é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis. Esse mosquito é conhecido como “maruim” ou “mosquito-pólvora”.

Quais são os grupos de risco para a Febre do Oropouche?

Gestantes, idosos e crianças estão em risco. Eles são mais vulneráveis.

Como posso me proteger da Febre do Oropouche?

Use repelentes e roupas adequadas. Elimine criadouros de mosquitos para se proteger.

Qual é o tratamento para a Febre do Oropouche?

O tratamento é para aliviar os sintomas. Também é importante monitorar possíveis complicações.

É possível prevenir a Febre do Oropouche com vacinas?

Não há vacinas disponíveis ainda. Mas, pesquisas estão sendo feitas.

Como é feito o diagnóstico da Febre do Oropouche?

O diagnóstico é feito por exames laboratoriais. Isso inclui testes sorológicos e PCR.

Quais são as principais diferenças entre a Febre do Oropouche e outras arboviroses?

A Febre do Oropouche tem sintomas e transmissão únicos. Isso a diferencia de outras arboviroses, como Dengue, Zika e 
Chikungunya.

Qual é a situação epidemiológica atual da Febre do Oropouche no Brasil?

A doença tem surtos em várias regiões do Brasil. Os casos são mais comuns na Amazônia e áreas adjacentes.

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